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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

De que forma a aula de musica pode contemplar a música do aluno?


O primeiro procedimento que um professor pode adotar ao iniciar uma aula com seus novos alunos é estimular seus alunos a falarem sobre suas vidas e seus gostos musicais, e fazer com que eles se estimulem a conhecer quais diferenças e particularidades que existem entre cada aluno. È importante também que o professor dê o seu relato sobre gostos pessoais e musicais, para que o aluno se sinta a vontade para dar o seu relato. Cada aluno comporta uma bagagem de experiência própria sobre sua vida, que é única e fantástica para ele, por isto a importância do estimulo do professor nesta fase inicial.
Ao criar esta atmosfera, o professor terá a chance de desenvolver a possibilidade de conhecer cada gosto e personalidade de seus alunos e assim tomar ciência das habilidades que cada aluno possui. Quando falo em habilidades, não digo no que se refere a tocar qualquer instrumento bem ou cantar de forma bonita e segura, falo em alunos que são bons contadores de história, dançarinos, interpretes e até desenhistas. Pois dentro de uma aula de música devemos ter esta interação com as outras áreas das artes, pois estes itens também estão inseridos no contexto da aprendizagem musical, e devem ser estimulados pelo professor.
Feito estes procedimentos iniciais, o professor deverá planejar uma aula baseando-se nos relatos de seus alunos. Fazendo com que eles elaborem o tipo de musica que vão trabalhar e o tipo de atuação que irão ter em sua apresentação. O professor deve sugerir que eles podem apresentar suas musicas acrescentando danças, cartazes, montando uma peça ou misturando tudo se eles assim desejam.
O professor então ira dividir a classe, de forma que cada grupo de alunos tenha um numero de componentes mais ou menos igual em numero e também em talentos, para aja uma interação melhor entre eles. Dessa forma cada grupo terá liberdade de escolha sobre o que irá apresentar.
Dando esta liberdade de escolha, o professor vai desenvolver em seus alunos o trabalho em grupo, a iniciativa, a criatividade, coordenação motora, o interesse coletivo e a capacidade de poder agir por conta própria de cada um. Sendo assim, cada aluno ira compreender que sempre existirão diferenças, mas que também se pode trabalhar qualquer musica de forma satisfatória e prazerosa

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Anton Walter Smetak um artista como poucos

                                                                 ( Máquina do silêncio)

Falar sobre Walter Smetak é complicado e ao mesmo tempo prazeroso, pois este artista conseguiu um desempenho no campo das artes que poucos conseguiram. Ele ultrapassou tantas barreiras, que fica até difícil classificá-lo com músico, ator, escultor ou compositor. Jorge Amado cunhou a seguinte frase sobre a pessoa que ele era: “Um homem chegado de terras longínquas, aqui plantou raízes, a compor, a inventar instrumentos, misto de filósofo e profeta, uma das figuras mais extraordinárias da arte brasileira”.
Anton Walter Smetak nasceu em Zurique, Suíça em fevereiro de 1913 e naturalizou brasileiro em 1968. Seu pai era músico erudito daí as suas influências na infância. Quando ainda era criança aprendeu a tocar “Zither”, um instrumento da família da cítara, depois acabou optando por piano devido as suas influências. Formou-se em violoncelo em Viena.
Veio para o Brasil a convite e começou a trabalhar na rádio Farroupilha de Porto Alegre. Foi professor de violino e trabalhou na Orquestra Sinfônica Brasileira no Rio de Janeiro. Passou a exercer o oficio de Luthier e a construir e consertar instrumentos em São Paulo mudou-se para Bahia e tem contato com novas vertentes e influências ancoradas em práticas culturais tradicionais. E logo depois começa a dar aulas de improviso e violoncelo na escola de música da UFBA.
“““ “No inicio dos anos 60, tem inicio as pesquisas de músicas experimentais com o nome de “iniciação pelo som” nasciam ali à nova escola. Uma investigação sobre o silêncio, som e as suas relações com o homem. Começa a criar novos instrumentos, utilizando novos materiais como, cabaças, madeiras, cordas, tubos de PVC, latas e qualquer material que estivesse ao seu alcance.
Smetak foi um artista que produziu muito, e por causa de seu jeito inovador influenciou de forma significativa toda uma geração, e até hoje ele influência tanto no meio erudito quanto no popular. Em 1984 ele morreu de enfisema pulmonar, mas como ele dizia: “O fim da fala ainda não é o inicio do silêncio”.


Fontes:
htp://tempomusica.blogspot.com
WWW.waltersmetak.com.br

Um flautista perfeito.


Um flautista perfeito.  


Foi desenvolvido um novo protótipo de robô pelo instituto de robótica humanóide da Universidade de Waseba no Japão, que imita com perfeição um flautista tocando peças bastante complexas, como a "fligth of the bumblebee".
Este robô está causando certa preocupação em alguns músicos, pois seu projeto é tocar qualquer peça com altíssima qualidade, chegando à beira da perfeição. A boca e pulmões do modelo foram minuciosamente projetados para possibilitar uma sonoridade que só é possível através de um flautista profissional. Por isso eu pergunto, será o fim da carreira do músico? Ou teremos mais um aliado neste campo tão sofrido que é o da música?
Veja o desempenho do robô e tire suas conclusões.



www.portaldosax.com.br

http/abertoatedemadrugada.com

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

A música na escola

Dentre todas a matérias escolares,a música é a que possibilita um melhor aproveitamento e por consequência, um maior desenvolvimento do aluno no ambiente escolar,possibilitando o crescimento intelectual, pois ela é um dos principais meios de persuasão existêntes na sociedade.Desta forma, o conhecimento intelectual de cada aluno é o resultado da interação dele com o meio,e por assim dizer,o meio pode se materializar na aprendizagem musical,tendo como ponto de mediação o educador.O professor é o elemento de direção,é ele quem conduz o aluno para  uma melhor construção e assimilação na aprendizagem, tanto musical quanto social.A educação musical deve e pode ser esta auternativa norteadora para o desenvolvimento do aluno em sala de aula,devido a estes vários fatores sociais que ela abrange,pois essa didática aguça o interesse de sociabilização do aluno com o meio.